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20 de Julho de 2009
na Orada, Portugal
TUDO É ILUMINADO AGORA
Bem-vindos, bem-vindas, são muito amados agora.
Eu Sou Kryon, do serviço magnético.
Olhem, sintam, por acaso não é tudo
iluminado agora, por acaso têm de viajar para algum sítio agora? Respire,
sinta, vibre, TUDO É ILUMINADO AGORA.
Eu estou a seus pés como sempre, eu ilumino os
seus passos, como sempre; como sempre, o meu contacto com os seus ombros
permite o crescer das suas asas, para permitir você acreditar em si mesma,
para permitir crescer o seu contacto com o outro lado do véu. É uma
delicia ver dançar a energia no seu corpo, na sua liberdade. Você é
uma luz que dança imensidade. Eu estou ao seu serviço agora, assim como
está a família, ah, permite entrar na sala aqueles que foram embora do
planeta, do plano físico desta terra, ah, permite-lhes te tocarem e dizerem:
“a única coisa que pode acontecer agora é perder o medo”.
O medo de estar sozinho, o medo de ser livre, o
medo, sobretudo, o medo de ser diferente. Que acontece, o que vos faz sentir
tanto medo da diferença, da solidão, no facto de estar rodeado por uma multidão
de pessoas sentindo que tu és a única pessoa a pensar o que pensas, a sentir o
que sentes, a fazer o que fazes? Porque há tanto medo nisso? Porquê queres
fugir desta terra, porque queres sumir quando és diferente? Eu vou-te dizer
porquê. Porque tens a lembrança de teres sido diferente e, sem isso, causas
luta, concorrência, conflito... Tens lembrança duma diferença aconchegada no
seio do amor no outro lado do véu.
Mas o amor que tens recebido na tua cultura
fala na diferença e na punição, no castigo pelo facto de seres diferente, no
facto de não ser aceite uma forma de amar diferente. Este mecanismo de não
aceitação do outro, de marcar a diferença nas formas de amar e a punição para
aquele que é diferente, a solidão para aquele que é diferente, tem
gerado, em verdade, uma benção para o planeta. Pelo facto de ter salientado as
diferenças entre vós, é que têm nascido muitos seres neste planeta, mais
seres do que nunca terão existido na face da terra. Quanto mais intolerância,
quanto mais punição, quanto mais medo na face da terra, mais seres estarão a
nascer nela. E o que é que acontece do outro lado, há tantos seres
que gostam do medo humano, que gostam da guerra, que gostam do conflito? Que
acontece a tantos anjos para encarnarem em humanos? Muitos de vós têm
perguntado isto a si mesmos. O julgamento e o isolamento gerados entre pessoas
e entre culturas, fazem crescer espaços vazios, acrescentam espaços de conflito,
onde a energia não pode gerar estruturas materiais porque estas partículas,
estas energias, estão
Então, o que é que fazem todos esses
milhões de pessoas a nascer, porque nos lugares onde há guerra
é que acontecem mais nascimentos? Aqui está a família, incorporando-se
de vida através dessas oportunidades nas quais a densidade pode estalar,
gerando novas estruturas para a vida. Aqui está a família, a nascer nesses
conflitos, nessas fricções e densidades para gerar novos trilhos para a vida.
Todos esses seres nascendo e morrendo no sofrimento estão preparando a grande
festa para a iluminação da terra. Não é somente você meditando
que está trabalhando pela paz na terra, são também esses seres sofrendo e
lutando, que preparam o planeta para a grande benção dos novos tempos.
Tudo é um, realmente. Assim, compreenda
que você não é diferente quando se senta e medita. É a
mesma coisa que aquele outro que está em luta, é um nível diferente
de um mesmo trabalho. Então, se calhar, não faz nenhuma diferença agora que
está sentada, em calma, do que quando está confusa, na multidão, no
ruído, na confusão da vida. Abra-se à possibilidade de não fazer diferença
nenhuma, no fundo é sempre a mesma coisa acontecendo, sempre a mesma
coisa. Não é mais nem menos do que ninguém, são todos uma família.
Então, porquê chorar quando sente sozinha? Também poderia fazer uma festa
quando está sozinha, porque não há diferença nenhuma entre estar
só e estar acompanhado, entre ser compreendido e ser ignorado. No fundo,
não há diferença nenhuma.
Ah, percebe agora este raio, este fôlego de
consciência a penetrar o teu peito, a aliviar-te do isolamento, desses
pensamentos confusos, é tudo uma esfera de consciência, é tudo uma
mesma esfera de consciência. Permita-me lavar os seus pés, permita-me acariciar
as suas mãos, permita-me beber as suas lágrimas, e que as galáxias chorem
lágrimas de plenitude para abençoá-lo.
Mensagem canalizado
por Alberto Saiz ao vivo para um grupo